Os seios são fatores relevantes na silhueta feminina e quando apresentam alguma anormalidade, causam abalo na autoestima da mulher. Os problemas mais recorrentes são: a falta ou excesso de volume mamário e a ptose (queda) das mamas.
O excesso de volume mamário, além de causar desconforto estético, pode acarretar problemas às mulheres e por isso a correção desse aumento é muito procurada. A técnica utilizada para reduzir o volume das mamas é a mamoplastia redutora.
Realizada com anestesia local e sedação, a técnica de mamoplastia se inicia a partir de uma incisão feita ao redor da aréola e outra no sulco mamário. Através do corte, o cirurgião retira o excesso de volume, incluindo pele, gordura e glândula mamária. As novas mamas terão um volume mais adequado ao contorno corporal da paciente, além de um melhor formato e consistência.
Este procedimento resultará em uma cicatriz em formato de “T” invertido, mas existem outras técnicas, menos usadas, que deixam a cicatriz em formato de “L” ou “I”. A cicatriz da mamoplastia redutora tem a possibilidade de ficar pouco visível após o período de maturação.
A cirurgia pode ser realizada a partir do momento em que o desenvolvimento das mamas já atingiu seu estágio final, o que se dá por volta dos 15 anos de idade. O procedimento dura, em média, duas horas e no pós-operatório, o principal é respeitar as indicações médicas e a utilização do sutiã especial.
Passados seis meses da realização do procedimento já é possível observar um resultado muito próximo do final. O mínimo de seis meses é o que o corpo necessita para se recuperar do edema (inchaço), que impossibilita a visualização do resultado definitivo
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